Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 13/11/2021

Com o passar dos anos, a Inteligência Artificial tem sido cada vez mais utilizada e aprimorada por grandes empresas com o intuito de fornecer maior qualidade e velocidade ao atendimento aos clientes, além de servir como um ótimo instrumento para a divulgação e popularização da empresa. Contudo, por mais que a aplicação desse recurso nas companhias possua benefícios para o cliente, como a melhor qualidade do atendimento, também geram graves consequências para a humanidade, como o desemprego.

Primordialmente, pode-se afirmar que a utilização e o aprimoramento da Inteligência Artificial tem se tornado cada vez mais útil e benéfico para os clientes, fornecendo uma maior velocidade e qualidade no atendimento. Esse fato pode ser observado com a Alexa, assistente virtual da Amazon, que fornece diversas funcionalidades, como o controle de outros dispositivos por meio de comando de voz, o que demonstra a capacidade do desenvolvimento tecnológico em ajudar e facilitar o cotidiano dos indivíduos com a utilização de máquinas.

No entanto, a elevada utilização das máquinas e de recursos como a inteligência artificial pode gerar graves consequências para a sociedade como o desemprego, devido à substituição da mão de obra humana pela inteligência artificial. Segundo pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o desemprego no Brasil deve aumentar 4 pontos percentuais até 2035 em decorrência da troca do humano pela máquina.

Portanto, é perceptível que, por mais que a inteligência artificial seja bem útil e capaz de ajudar no cotidiano dos índivíduos, pode gerar muito desemprego por conta da substituição dos cargos ocupados por humanos nas indústrias. Por isso, faz-se necessário que o Poder Legislativo crie leis para equalizar o trabalho com os humanos e robôs, as quais devem impedir as empresas de utilizarem apenas as máquinas, com o objetivo de amenizar o desemprego estrutural.