Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 17/05/2022
Segundo o físico Albert Einstein, é evidente que a tecnologia tenha ultrapassado a humanidade. Assim, é notório que o desenvolvimento tecnológico não é diretamente proporcional aos valores humanitários, já que muitas vezes ele é desconsiderado. Logo, elucida-se que os impasses éticos e morais do uso de inteligência artificial seja ocasionado não apenas pela capacidade do que o homem pode fazer sem nenhuma regulação, mas também por até onde vai o limite da tecnologia.
Mormente, fatores relevantes são levados em consideração na estruturação da capacidade humana em agir sem delineações. Desse modo, o filósofo Albert Schweitzer diz que a época contemporânea é perigosa, pois o homem aprendeu a dominar a natureza antes de dominar a si mesmo, ou seja, o ser humano com todo seu aparato tecnológico, não aprendeu sobre o mais básico, ele mesmo, oferecendo um perigo explícito à natureza, ignorando a moralidade e a ética, provocando desmatamento, poluição e extinções. Destarte, é notória a necessidade de reversão desse empecilho desalentador, onde o homem prioriza sua tecnologia, como inteligência artificial, em detrimento da natureza.
Outrossim, a extensão dos limites tecnológicos se categoriza como óbice. Desse modo, por volta dos anos dois mil, uma nova tecnologia foi desenvolvida, uma técnica de edição genética, sua aplicação é vasta, o que leva a questionar até onde iria tal modificação e quais implicações são válidas. Destarte, assim como a edição genética supracitada, outras tecnologias inteligentes são amplamente questionadas sobre suas limitações restringidas somente pela ética subjetiva e pessoal de cada cidadão. Enfim, nota-se a urgência com que se demanda a retificação desse cenário.
Urge, portanto, que providências sejam tomadas para mitigar o quadro hodierno. Assim, o Ministério da Tecnologia deve, por intermédio de discussões parlamentares e votações populares, sancionar leis que limitam a aplicação tecnológica para fins capciosos ou danosos, como invasão de rede e roubo de dados. Por conseguinte, com fito de atenuar os impasses éticos morais do uso de Inteligência artificial, logo, evitando catástrofes do uso inadequado de tecnologia.