Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 29/09/2022

Na obra ‘‘O Princípe’’, de Nicolau Maquaivel, é postulada a ideia de que governantes devem agir a modo de garantir a modo de garantir o bem universal. Entretanto, constata-se uma realidade distinta da premissa supracitada,

a inteligência artificial está cada vez mais se evoluindo e se auto desenvolvendo no mundo contemporâneo. Diante disso, esse fato traz uma questçao ética e moral,

como o desemprego e possibilidade da inteligência artificial ultrapassar o ser humano.

Em primeiro plano, está evidente que no mundo contemporâneo

a mão de obra humana está sendo substituida por rôbos afetando os direitos éticos e morais. Sobre isso, durante a revolução industrial no período em que às

máquinas com objetivo de aumentar cada vez mais a produção no trabalho, houve um exôdo rural em decorrência de desempregos em massa pela substituição do homem. Ademais, esse contexto se acentua com o aprimoramento da Inteligência

Artificial, que em breve pode realizar tarefas que, hoje, homens não são capazes de realizar.

Por conseguinte, é válido destacar também a problemática envolvendo um possível ultrapassamento da inteligência artificial em relação ao homem. Acerca disso, segundo o documentário “Mundo Mistério”, há 3 níveis de IA, sendo o terceiro a capacidade das máquinas de pensarem sozinhas e, consequentemente, tomarem decisões sem a necessidade do auxílio humano. Nesse sentido, fica notável o perigo das máquinas chegarem a tal nível, já que poderiam se revoltar contra o homem, causando um caos mundial.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para amenizar essa

questão. Logo, é necessário ações a fim de previnir danos negativos futuros. Para

isso, o Poder Legislativo deve impor leis aos países desenvolvedores de inteligência

artificial, ao modo de impor leis e limites no avanço dessa tecnologia. Por esse viés,

o fito de tal ação, se dará na implicação de leis que respeitem os direitos éticos e morais no desenvolvimento de IA. Desse modo, limites devem ser instaurados para que a inteligência artificial seja um avanço tecnologico, não uma ameaça para o futuro.