Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 09/08/2023

A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, defende a inviolabilidade do direito à igualdade. No entanto, tais garantias limitam-se uma vez que, no Brasil moderno, os impasses da inteligência artificial (I.A) se apresentam como um desafio que compromete a promessa legal da Carta Magna. Sendo assim, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido ao desemprego em massa, mas também, ao descontrole de impactos futuros.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o desemprego. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, ocasiona a substituição em grande escala do humano pela robotização da I.A. Desse modo, faz-se necessário a reformulação dessa postura estatal.

Além disso, futuros impactos também são apontados como promotor do problema,Referente a uma pesquisa realizada pelo site G1, o principal impacto futuro será ligado às profissões. Partindo desse pressuposto, com a tendência de diminuir processos desnecessários dentro de uma área de trabalho, ocorre a eliminação de cargos específicos e consequentemente, gera desemprego. Assim,é imprescindível a atuação governamental seguindo políticas igualitárias.

Portanto, para que ocorra o equilíbrio da I.A e a valorização do trabalho, é dever do Estado gerar o aumento de empregos resultando,também, a diminuição do desemprego nas empresas. Isso será realizado por meio da criação de políticas públicas liberais, com o intuito de conciliar a automatização com a geração de empregos e, assim, garantir a estabilidade no mundo.