Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 18/09/2023
Isaac Asimov, dominador da área de robótica, retrata em seu livro “Eu, robô” uma realidade distante onde a inteligência artificial (IA) otimiza as tarefas atribuidas a um humano. Esquecendo a ficção, da mesma maneira que no livro, a tecnologia tem crescido de forma avassaladora desde a Revolução industrial, trazendo riscos éticos e morais para humanidade como citado por Asimov em seu livro.
As inteligências artificiais (IA) geram discussão por conta de questões filosóficas. É preciso de pontos de vista para gerar o debate sobre o que determina uma consciência. Os riscos devem ser considerados. A ficção sempre nos trás alguma reflexão que se tire proveito na realidade. Limites existem para serem estabelecidos e discutidos.
Com grandes poderes existe o acréscimo de responsabilidades maiores ainda. Falar do futuro da tecnologia é um misto de incertezas, possibilidades e ambições, pois quando se trata de construir um futuro tecnológico não existem limites.
A solução para a questão do modo sobre um possível futuro incerto e perigoso com a inteligência artificial é as grandes empresas deste ramo, como, Microsoft, Spacex etc realizarem estudos da IA, por meio de verbas destinadas a eles por incentivo do Governo Federal. As pesquisas e precauções devidas podem e devem fazer com que os riscos sejam reduzidos.
Portanto, a humanidade em harmonia com as máquinas irá se aproximar da história de “Eu, robô” e se afastar de uma possível guerra entre inteligência artificial e humanos sem sentido.