Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 17/09/2023
Para o Filósofo alemão Hans Jonas, “uma sociedade saudável deve ser capaz de reconhecer e amenizar suas
enfermidades sociais”. Tal preceito é contraposto no que tange a Os Impasses éticos e morais do uso de inteligência artificial IA. A resolução desse entrave decorrente não só da privacidade mas também da Vulnerabilidade a Ataques Cibernéticos.
Convém analisar, a princípio, que a privacidade é um fato determinante na permanência do óbice social supracitado. Quanto essa questão o armazenamento de abundantes de dados pessoais pode representar sérios riscos para a privacidade pessoal, 40,4 bilhões vazamentos de dados ocorreram no mundo em 2021, sendo 815 milhões apenas no Brasil. Com isso, são necessárias intervenções para soluciona esse empecilho.
Outro ponto relevante nessa temática é que Vulnerabilidade a Ataques Cibernéticos é um elemento preponderante na dificuldade de superação da problemática. A respeito disso como a IA se baseia em algoritmos e sistemas complexos, também pode ser alvo de hackers que procuram manipular ou explorar esses sistemas para obter uma vantagem injusta. Diante disso no primeiro semestre de 2023, o relatório encontrou mais de 10.000 vulnerabilidades únicas. Portanto, é preciso elaborar alterações para esse cenário pungente.
Depreende-se, portanto, a necessidade de medidas cabíveis que amenizem esse panorama. Sendo assim seria necessária uma atenção maior como, por exemplo, usar criptografia de dados, usar senhas mais complexas, tenha o controle de acesso e fazer backups periódicos. É preciso também ter atenção com as redes de Wi-Fi pública, evitar transições financeiras ou acessar informações pessoais conectados ao o Wi-Fi público. Espera-se, com isso, minimizar os impasses tanto da privacidade quanto dos ataques cibernéticos tornar ao corpo social nacional mais saudável conforme os preceitos de Hans Jonas.