Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 15/10/2023
O uso de Inteligência Artificial vem sendo cada vez mais difundido na sociedade. As novas atualizações dessa tecnologia tornaram-a mais simples e acessível para que qualquer pessoa com um aparelho eletrônico possa utilizá-la. Mas até que ponto o livre acesso à esse tipo de inteligência é benéfico e não ultrapassa os princípios éticos e morais?
O uso das I.As pode ser bastante vantajoso na hora de executar tarefas das mais simples as mais complexas, como por exemplo, fazer uma pesquisa escolar ou até mesmo elaborar um TCC. O ponto negativo levantado sobre o uso desse tipo de ajuda é justamente o fato de que essas tecnologias podem fazer o seu “trabalho” sem que você se esforce.
Utilizando novamente o TCC como exemplo, no momento em que o indivíduo entrega esse trabalho feito por uma I.A, ele está infrigindo a ética da universidade/faculdade e os seus próprios princípios morais, afinal, quem irá garantir que ele tem conhecimento sobre o tema de seu trabalho de conclusão de curso? Valendo ressaltar que tal projeto é de extrema importância para avaliar se a pessoa está apta para exercer a profissão.
É de suma importância que as Inteligências Artificiais sejam regulamentadas afim de previnir danos a moralidade de pessoas e intituições, já que tais tecnologias podem utilizar a voz de um indivíduo e a modificá-la para que o que quiserem seja dito, as chamadas Deepfake. Assim como também é válido que aqueles que utilizam as I.As com o propósito de prejudicar alguém ou um grupo, recebam punições perante à lei. A ética e a organização serão as chaves para que as Inteligências Artificiais sejam utilizadas para o bem comum sem afetar a ninguém.