Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 02/08/2025

De acordo com o escritor norte-americano Joseph Krutch, “a tecnologia tornou possível a existência de grandes populações”. Assim, tal afirmação torna-se verídica quando percebe-se que a população global necessita da tecnologia na vida cotidiana, entretanto, há dificuldades sobre a extrapolação do uso da I.A (inteligência artificial) e as questões éticas e morais deste alto uso.

Nesse viés, tal conjuntura se deve ao fato de como a inteligência artificial é aplicada e ultilizada pela população. Nesse sentido, com o passar dos anos, o aprimoramento das tecnologias desde a era da revolução industrial, fez com que a nação precisasse se adaptar às mudanças e assim incorporar em suas vidas o uso da tecnologia, como aparelhos digitais (celulares, computadores, notebooks, etc) e re recursos de comunicação (redes sociais). Assim, de acordo com o jornal da USP a população brasileira passa em média 56% do dia em frente às telas de smartphones e computadores, fator que leva muitos indivíduos a acessarem aplicativos que utilizam a I.A como ferramenta para ajudar pessoas sobre diversas coisas (conhecimento, atividades escolares, etc). Sendo assim, a I.A possui acesso aos dados das pessoas, fator que torna-se prejudicial quando dados são vazados, interferindo no sigilo de dados pessoais ou de instituições e empresas. Segundo o G1, as IAs se tornaram ameaças para o setor empresarial no vazamento de dados e exposição de dados sigilosos causando diversos prejuízos.

Portanto, medidas são necessárias para mitigar o impasse. Assim, espera-se que os órgãos governamentais dos países analisem sobre a situação de proteção de dados e garantia dos direitos de seus cidadãos em relação ao vazamento de dados e impasses éticos para evitar maiores prejuízos, além de buscar melhor esclarecimento sobre os limites das IAs. Espera-se, com essas medidas que os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial sejam contidos.