Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 01/08/2025
De acordo com uma frase dita pelo físico teórico alemão Albert Einstein, ele cita que “O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”. De tal maneira, pode ser associado diretamente no âmbito que trata da utilização de Inteligência Artificial na humanidade, onde as preocupações do uso exacerbado implicam na importância da preservação da ética humana. Dessa forma, acarretam na reflexão social e individual de como aproveitar a evolução tecnológica de maneira saudável, sem que haja dependência ou consequências negativas na sociedade.
Primeiramente, é relevante citar como o uso de IA pode afetar na educação, esfera fundamental da construção e formação de indivíduos conscientes e que movem a terra. A partir disso, a falta de controle sobre utilizá-la sem consciência e de forma exagerada impede o desenvolvimento pessoal individual e pode resultar em um impacto geral desfavorável com o costume e a possível desigualdade causada, além da violação da segurança que todos os usuários podem estar expostos, em que é imprescindível que haja prioridade no respeito e na manutenção de um ensino que garanta o desenvolvimento, inclusão e transparência de tais meios.
Em contraponto, é fundamental que a tecnologia possa beneficiar a sociedade de forma justa e igualitária. De tal forma, a discussão a respeito de sua acessibilidade e uso se faz presente quando apresenta riscos sociais, assim exigindo a atuação de regulamentações e transparência por parte dos seus desenvolvedores. Dessa forma, é possível utilizá-la a favor de melhorias em áreas como saúde e segurança, como monitoramento urbano e redução de erros médicos.
Portanto, apesar dos benefícios que são expostos ao se tratar da tecnologia artificial, é necessário um aprofundamento ético a respeito dos inconvenientes que podem ser causados. Assim, órgãos públicos como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o Governo Federal, são capazes de criar legislações e fiscalizar seu uso, além da promoção de debates sobre seus limites. Essas e outras medidas auxiliam no equilíbrio entre ética e tecnologia e permite o proveito de suas vantagens sem comprometer os valores humanos.