Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 01/08/2025
“A inteligência artificial não destrói, ela transforma e cria”, a tecnologia presente cada vez mais no cotidiano é utilizada para facilitar, otimizar e automatizar processos. Substituição da mão de obra humana e auxílio na escolha de candidatos a vaga de emprego, a IA (inteligência artificial) embora seja eficaz, criou novos desafios de filosofia moral acerca de seu uso, como substituto de mão de obra, causou grandes números de desemprego, como também, desigualdade e preconceito na escolha de candidatos à vagas de emprego.
É imperativo ressaltar que embora ela possa auxiliar o ser humano em suas atividades laborais, a IA tem feito com que muitas profissões sejam afetadas, com grandes números de trabalhadores que foram substituídos totalmente pela inteligência artificial. Profissões como atendente de caixa, atendente de telemarketing e profissões que envolvem atividades e controle de máquinas repetitivas, já foram substituídos pela tecnologia, consoante a empresa americana, Microsoft, 40 profissões serão extintas pela IA, gerando assim uma legião de desempregados.
Em segunda análise, conforme o site G1 75% das empresas já utilizam a IA para decidir a escolha do melhor candidato para vaga de emprego. Entretanto, a IA revela a desigualdade na escolha dos candidatos. Lívia Oliveira, professora de Ciência da Computação, diz que injustiças raciais podem surgir a partir do uso da inteligência artificial, principalmente no gerenciamento de sentenças judiciais. Ela comenta que a IA é muito mais rígida com pessoas negras do que com pessoas brancas.
Desse modo, a fim de solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de certos agentes, empenhados a diminuir os desafios éticos do uso da IA, cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, portanto criar leis do uso da inteligência artificial, por intermédio de reuniões e o poder Legislativo, com embasamento e inspiração nas regulações das “Leis de IA da União Europeia”. Espera-se, com isso, que a tecnologia inteligente (IA) possa ser usada para auxiliar o cidadão brasileiro, sem tomar seus direitos impostos pela Constituição Federal de 1988 “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”.