Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 30/07/2025
As consequências Artificiais
Desde o princípio da tecnologia a ideia de uma inteligência criada puramente por humanos sempre esteve entre a sociedade e entre os criadores de história de ficção científica.
Uma inteligência feita por humanos e para humanos como uma forma de assistência profissional ou convivência social, independente da situação ou problema solicitado a resolver e assistir.
Dentre todas as milhares de possibilidades positivas que a Inteligência Artificial pode nos oferecer, sempre nos perguntamos: Será possível a I.A. se revoltar contra os humanos?
A resposta a certo ponto é sim, é possível da I.A. se revoltar, mas até o ponto atual isso só foi acontecer na ficção.
Uma forma de prevenção a esta ocasião é bloquear o avanço do processamento a certo ponto que é considerado adequado mundialmente.
Um problema que já é real e acontece até que considerávelmente são acidentes causados por I.A. (geralmente de carros) e os chamados “deepfakes”, que consistem de usar a ferramenta de I.A. para positionar um sujeito realizando ações ou proferindo palavras que originalmente não falou ou agiu.
Uma solução para estes problemas seria que cada agência automobilística tratasse de um contrato que responsabilize o dono do veículo como responsável caso um acidente aconteça junto com o pagamento de um seguro para os bens materiais e para as possíveis vítimas dos acidentes.
E para a situação dos deepfakes, pode ser recomendado a proibição de uso de pessoas reais em tais ferramentas.
A certeza é de que a I.A. está em um ponto controlável e é possivelmente necessário de que ela se mantenha assim até que haja certeza de que os danos causados futuramente sejam mínimos.