Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 02/08/2025
O século XXI vem trazendo grandes avanços para a tecnologia, dentre eles, o aprimoramento das Inteligências Artificiais, fazendo com que seu uso seja mais comum em diversos setores sociais. No entanto, o aumento da eficiência e uso dessa ferramenta acaba gerando sérias consequências em várias áreas, por exemplo, no mundo do trabalho.
Na ficção científica “I, Robot” por Isaac Asimov, as máquinas com uma inteligência própria começam a ocupar espaço na sociedade, substituindo os humanos em diversos trabalhos. Assim como no livro, as máquinas e IAs já estão começando a tomar o lugar de trabalhadores humanos. Segundo dados da McKinsey Global Institute, até o ano de 2030, cerca de 14% dos trabalhadores terão suas funções automatizadas. Esse cenário lembra a Revolução Industrial na Inglaterra, que provocou grandes ondas de desemprego.
Ademais, a falta de transparência vem aumentando nas Inteligências Artificiais, as quais conseguem tomar decisões complexas, mas não conseguem explicar como isso foi feito. Isso pode afetar julgamentos e decisões que têm a IA como principal foco.
Portanto, as Inteligências Artificiais podem ajudar e adiantar vários processos, no entanto, elas podem prejudicar muitas pessoas nesse processo. Por isso, é fundamental a validação por parte do Congresso Nacional do Brasil, uma legislação que impeça grandes empresas de automatizarem seus funcionários em larga escala. Essa ação seria fiscalizada por meio do Ministério do Trabalho aplicando multas graduais a quem descumprir essa lei. Assim, garantindo os direitos do trabalhador e, posteriormente, ajudando a economia nacional.