Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 02/08/2025
A Inteligência Artificial (IA) é um sistema de banco de dados que representa um avanço científico e tecnológico para a humanidade demonstrada no filme “Eu Robô”. Essa obra retrata a IA como uma antagonista que tem o objetivo de garantir a sobrevivência humana através de uma ditadura. Dentro desse cenário, pode-se observar um prejuízo à população uma vez que o uso excessivo da ferramenta pode aumentar a corrupção além de provocar pensamentos preconceituosos ou de origem facista se não for programada e usada corretamente.
A programação é uma parte essencial da IA, é ela quem determina a personalidade do sistema, a velocidade da resposta e sua compreensão, porém existe a possibilidade de ela apresentar falas preconceituosas e de cunho facista, como no caso do chatbot aplicativo “X”. Apresenta um grave impasse para estabelecer a ética na sociedade e diminuir o preconceito, misoginia, racismo, homofobia, xenofobia em um meio rodeado de informações rápidas e sem consulta de fontes.
Além disso, aumento da corrupção em relação à Inteligência Artificial começa nas salas de aula, onde muitos alunos deixam de realizar seus deveres de casa e trabalhos sozinhos e passam a utilizar tecnologias como o ChatGPT como sistema de colas por ser mais rápido e mais fácil, ferindo sua ética e sua moral, valores e comportamentos da sociedade baseados na ideia do que é “certo” ou “errado”. As pessoas não percebem que estão deixando de lado sua liberdade e seu senso crítico, assim como mostra o filme, concordando com uma espécie de ditadura.
A educação é uma das formas mais eficazes de mitigar essa situação, com palestras nas escolas, fiscalização do uso da Inteligência Artificial e dos celulares nas escolas e empresas. Também cabe aos criadores e programadores fiscalizar esse comportamento nas IAs e ajustá-los para não influenciarem comentários errados às pessoas e manipulá-los de forma maldosa.