Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 31/07/2025
Na sociedade contemporânea, tornou-se comum o uso da inteligência artificial a fim de otimizar tarefas do cotidiano e facilitar a vida humana. No entanto, essa popularização tem gerado debates sobre os limites éticos e morais da tecnologia, como a dependência das máquinas na tomada de decisões e a substituição de empregos. Um exemplo dessa preocupação está no filme “O Exterminador do Futuro”, em que a inteligência artificial desenvolvida se volta contra os próprios humanos, demonstrando os perigos de ultrapassar os limites éticos e morais. Nesse contexto, é necessária a intervenção do governo federal para mitigar o uso descontrolado dessas tecnologias.
Sob essa ótica, a obra “Admirável Mundo Novo”, de Huxley, ilustra os riscos de uma sociedade dominada por máquinas. Na narrativa, os indivíduos são condicionados a seguir padrões impostos por um sistema técnico que suprime o pensamento crítico e autônomo. Tal realidade pode ser vista atualmente, em que a comunidade desenvolveu uma dependência em tecnologias para realizar escolhas profissionais e efetivas, comprometendo o desenvolvimento cognitivo tanto pessoal, quanto coletivo.
Além disso, destaca-se como outra questão a substituição de empregos por IA, uma vez que diversos trabalhadores têm suas oportunidades comprometidas ao serem substituídos por máquinas, o que evidencia a priorização do lucro e da eficiência pelas empresas, em detrimento do sustento humano.
Portanto, é necessário que o governo federal, por meio do Ministério da Educação, promova campanhas sobre o uso ético e moral da tecnologia nas escolas, para formar cidadãos críticos e prontos para lidar com os avanços. Também, o Ministério do Trabalho deve promover cursos técnicos gratuitos de requalificação profissional aos trabalhadores afetados, para que assim, eles possam se ressignificar dentro do mercado profissional. Por conseguinte, essas medidas contribuirão para mitigar os impactos negativos do uso de Inteligência Artificial no ambiente estudantil e no ambiente trabalhista.