Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 31/07/2025
Substituição do trabalho humano pela Inteligência Artificial. Uma questão de ética.
Nos últimos meses, muito tem se falado sobre o uso da Inteligência Artificial, por ser uma poderosa tecnologia na criação de texto, imagens, fotos e vídeos, utilizados principalmente em ações de marketing empresarial.
Entretanto, a Inteligência Artificial, embora seja uma ferramenta útil, que torna prático tarefas complicadas, é inegável o enfrentamento no que se refere aos limites éticos e morais em relação ao seu uso, de maneira indevida. Os maiores desafios incluem a preservação de dados alheios, vieses algorítmos,
responsabilidade e transparência, e questões de autonomia. Um exemplo do problema é a geração de imagens pelas IA’s, que plageia aspectos de obras feitas por pessoas reais e compartilhadas na rede.
O grande desafio dos artistas é garantir que a arte gerada por IA não se assemelhe a trabalhos já existentes, pois isso pode gerar conflitos sobre a originalidade e autoria da obra.
Neste sentido algumas ações tem sido realizadas por famosos na busca de limitar o acesso a informações pessoais como foi feito recentemente pela dubladora Fernanda Dantas. A produtora de conteúdo divulgou uma projeto de lei que visa priorizar a dublagem humana em vez de dublagem artificial baseada em vozes reais.
Portanto, é importante perceber que a utilização desenfreada das IA’s em todas as áreas de atuação humana é problemática. Isso por que elas não substituem a emoção e as experiências pessoais que são inerentes à criação artística humana, além de usurpar de obras de autoria real.