Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 01/08/2025
Em 1943, John McCarthy e Walter Pitts inovaram a sociedade com a criação da máquina inteligente que conhecemos como “IA”, com o intuito de aumentar a aceleração de pesquisas. Embora essa ferramenta tenha sido feita com o intuito de proporcionar facilidade, as pessoas têm utilizado a “IA” incorretamente, principalmente alunos, para poder concluir seus trabalhos escolares mais rápido, o que as priva de ampliar o seu conhecimento. Tal fato pode ser explicado pela pouca fiscalização familiar somada, á falta de disseminação de informações.
Nessa perspectiva, e válido ressaltar o uso inadequado da inteligência artificial pelos universitarios. Nesse sentido, de acordo com o filósofo Gilles Lipovetsk, em sua obra “A Era do Vazio”, a sociedade moderna é marcada por atitudes individualistas. Essa afirmação representa a atual realidade do país, visto que alguns estudantes têm utilizado essas ferramentas de pesquisa com excesso, com o objetivo de tornar o tempo de estudos menor, o que revela que esses não têm se preocupado em serem profissionais qualificados para atenderem a população. Essa situação pode prejudicar esses profissionais no mercado de trabalho.
De mesmo modo, a falta de disseminação de informações acerca das referências bibliográficas da inteligência artificial pode prejudicar muitos escritores. De acordo com o escritor Eduardo Galeano, em sua obra “As Veias Abertas da América Latina” ele afirma que a disseminação de informações pode mudar um cenário. Essa afirmação assume situação específicas do país, visto que alguns indivíduos não sabem que essas ferramentas virtuais usam dados de escritores. Portanto, medidas devem ser tomadas A priori, o Mídia, amparada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, deve, por meio se ficções engajadas, expor os malefícios que a inteligência artificial pode causar durante a formação profissional, com o objetivo de conscientizar os estudantes de nível superior.
Concomitantemente, cabe ao Ministério da Educação, por intermédio da realização de projetos extracurriculares, expor aos alunos o problemas que a falta de referência bibliográficas podem causar, com o propósito de evitar que escritores sejam prejudicados. Assim, ao tomar tais medidas, os indivíduos poderão adotar uma postura mais ética.