Os limites entre o erro médico e a responsabilidade criminal

Enviada em 10/09/2019

Desde a Grécia Antiga, os homens corriam atrás de um corpo ágil, capaz de alcançar cada vez mais velocidade força e destreza . Em analogia a busca por esse estereótipo perfeito, o universo feminino abrange aos procedimentos plásticos, visando a correção e ajustes estéticos. Porém, o que se revigora na contemporaneidade são notícias relatando erros médicos, os limites desses e a responsabilidade criminal, sendo causados pela falta de estrutura e especialização precária.

É importante pontuar de início, que a estrutura dos centros médicos é denominada inadequada, pois há falta de aparelhos de diagnósticos e instrumentos cirúrgicos, visando condições incapazes do profissional exercer a profissão, mas muitos cidadão não tem escolha e o único meio para se cuidar é se submeter à condições e ao atendimento com necessidades precárias. A série “Sob Pressão” da Rede Globo, relata e dramatiza a rotina dos médicos em meio a falta de equipamentos necessários para aplicar à prática médica. Com isso, vale salientar que o erro não é necessariamente do doutor, e sim por problemas governamentais, no que tange aos direitos sociais e a falta do recurso saúde.

A priori, a carreira medica é fruto de grande persistência, visto que é um curso com período longo, exigindo conhecimentos muito bem fixados, pois trata se da vida de outro ser humano. Todavia, nem todos os universitários se dedicam de maneira correta ao curso, causando grandes impactos na aplicação da profissão quando formados. O objetivo das cirurgias estéticas é corrigir os incômodos, ponderando para um resultado satisfatório, gerando mais autoestima e qualidade de vida, sobretudo é importante o paciente se informar  sobre o procedimento e seus possíveis resultados. No que evidencia a negligência médica, requer mais agilidade com as fiscalizações.

Portanto, para ponderar os limites entre o erro medico e a responsabilidade criminal, o Governo, a fim de melhorar a situação, deve responder as demandas da sociedade e disponibilizar fundos econômicos para investir em saúde, disponibilizando infraestrutura de qualidade para o atendimento sadio as população, e o Conselho Federal de Medicina, ratificar as fiscalizações das práticas medicas. Dessa maneira, espera se amenizar os problemas relacionados aos limites médicos e a responsabilidade.