Os limites entre o erro médico e a responsabilidade criminal
Enviada em 30/08/2019
A iatrogenia causado por atendimento médico é um problema muito presente no Brasil. Isso deve ser enfrentado, uma vez que, diariamente, pacientes são vítimas dessa questão. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: o contexto histórico e a falta de empatia.
Em primeira análise, na Era Medieval os procedimentos médicos imperava a dor e a falta de conhecimento do próprio corpo humano. Esse cenário histórico, teve como consequência diversas práticas de cura severas, resultando a traumas e óbito dos enfermos. Nesse ínterim, erros foram cometidos ao longo dos anos a ponto de enraizar-se na sociedade contemporânea.
Em segundo plano, fica difícil definir limites entre falha e crime já que se trata do ser humano. Todavia, infelizmente, a cada uma hora 6 pessoas morrem por erros médicos nos hospitais brasileiros, devido a diagnósticos errados e falta de atenção aos cuidados do paciente, ratifica esse dado a Revista Galileu. Assim como, a responsabilidade penal médica em alguns tipos de inexatidão desses profissionais são tratados como crimes culposos, corrobora essa informação o Código Civil. Esse fato causa extrema decepção e constrangimento aos doentes, os quais sentem-se inseguros e sem ter a quem recorrer. Desse modo, medidas fazem-se necessárias para solucionar a problemática.
Portanto, é protegido por lei e um ato de humanização o cuidado ao paciente. O Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação, devem levantar recursos financeiros, a fim de zelar pela população nos hospitais, com infraestrutura adequada e acompanhamento psicológico para evitar a iatrogenia. Além de promover campanhas midiáticas na necessidade de abolir erros médicos e preservar pela empatia, todos carecem ser bem tratados. Soma-se isso investimentos em educação, valorizando e capacitando os professores, no intuito de formar cidadãos mais comprometidos em garantir o bem-estar como um todo.