Os limites entre o erro médico e a responsabilidade criminal

Enviada em 31/08/2019

Regidos por código de ética e tendo por responsabilidade princiapal a preservação da vida. A profissão de médico não pode ser entendida desserviço a sociedade. Nesse contexto, fatores como erros em diagnósticos e a falta de especialização devem ser pontos melhor administrados.

Primeiramente, assunto abordado por sociedades brasileiras dentro da área médica em suas diversas especializações, o diagnóstico, principal ferramenta de quem promove cura, deve ser tratado com extrema cautela. Ao contrário do que se sabe, vários casos são os registros de erro médico, parte deles, decorrentes da priorização há vantagens financeiras em desfavor da vida, denuncias de jornadas hospitalares estressantes em ambientes insalubres prejudicando o cognitivo dos profissionais médicos, e por sua vez, a precisão dos diagnósticos.

Outro ponto são os valores das intervenções cirúrgicas que estimulam a migração para especialidades da medicina mais lucrativas. Diante disso, alguns profissionais descumprem seu código de ética causando danos a pacientes por imperícia, alimentando o insucesso a responsabilidade de seus atos gerando deformações físicas e emocionais, expondo risco a vida de terceiros que esperam prudência, diligência e responsabilidade.       Destaca-se, portanto, que medidas sejam tomadas a fim de alterar o cenário de erros e faltas médicas. Para isso, e importante que o ministério da saúde, em conjunto com as associações médicas regionais fiscalize as atividades e registros de abertura de clinicas, conscientizando aos profissionais médicos de seus deveres e responsabilidades frente a sociedade. Por meio de notas técnicas emitidas pelo conselho de medicina do Brasil em lembretes periódicos sobre a necessidade de reciclagem e especialização, fazendo uso dos hospitais como palco para cursos, palestras e habilitações em novas áreas, promovendo dignidade e segurança jurídica aos profissionais no exercício da medicina.