Os limites entre o erro médico e a responsabilidade criminal

Enviada em 28/09/2020

Com o avanço da tecnologia, a medicina esta cada vez mas moderna possibilitando o uso de aparelhos sofisticados no ambiente hospitalar, porém um estudo publicado na folha de São Paulo, indica um aumento de 125% em 5 anos de casos de erros médico. Assim promover políticas de prevenção, como diminuir a carga horário dos médicos e punições severas a prática ilícita da medicina, são medidas urgente para erradicação desse fato social presente no século XXl.

Primeiro, na reportagem do fantástico sobre a vida dos profissionais da saúde, que estão na linha de frente da covid-19, relatou médicos que apresentaram sintomas de ansiedade e depressão, devido a carga horária excessiva. Possibilitando em alguns casos diagnósticos não conclusivos a pacientes, isso mostra que, a importância da saúde mental deve ser debatida dentro do ambiente hospitalar, em que um desgaste físico pode resulta em diagnósticos errado e causar mortes e erros irreversíveis a pacientes e profissionais da saúde.

Segundo, a prática indevida da medicina, médicos sem especialização realizando procedimentos ilegais, como o caso que virou matéria no Jornal Nacional do Dr. Bumbum como era conhecido, em que realizou procedimento estético numa paciente que foi a óbito, em um ambiente não hospitalar e com a ajuda de sua mãe durante a prática. Casos como esse são cada vez mas comum e procurados, devido ao custo financeiro ser barato e não ter burocracia como nos hospitais.

Portanto, medidas são necessárias para resolução do impasse. O Governo Federal em parceria com o ministério da saúde, deve implementar um projeto de fiscalização para casos da prática ilegal da medicina, que por meio de um aplicativo a própria vítima tenha suporte médico e assistência da polícia, com intuito de facilitar a comprovação do crime, e a vítima tenha atendimento médico de urgência. O ministério da saúde deve tornar  obrigatório acompanhamento de psicólogos nos hospitais, no intuito de decidirem se deve ou não diminuir a carga horária dos médicos.