Os limites entre o erro médico e a responsabilidade criminal
Enviada em 27/09/2021
O seriado Greys Anatomia relata sobre a vida de médicos e suas responsabilidades. Em um episódio específico, houve uma falha médica durante uma cirurgia, porém após horas de julgamento, o médico foi liberado novamente para aplicar a função, pois era um erro sem culpa (diagnóstico raro). Apesar da ficção, a medicina é uma área cheia de processos e incertezas médicas, que busca menores índices de erro. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos em virtude da dificuldade de diagnóstico e problemas na correção médica.
Em primeiro plano, pode-se destacar sobre a dificuldade do diagnóstico médico. De acordo com o IBGE, cerca de 50% das falhas advém de erros cognitivos ou do sistema de trabalho. Sendo assim, na prática da medicina, o profissional deve atuar sempre para encontrar soluções novas e mais rápido a cada caso, contribuindo, assim, para constante evolução da profissão. No entanto, tal liberdade não pode ser entendida como imunidade profissional, com necessidade de maior vigilância em hospitais.
Além disso, é notório os problemas na correção de um diagnóstico médico, que após a prescrição, pode ocasionar em complicações mais sérias e graves, aumentando também os custos . Consoante a isso, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros ‘’, assim como afirma o filósofo chinês Confúcio. Sendo assim, médicos e especialistas devem constantemente submeter-se a desafios e práticas após a formação acadêmica, buscando sempre a melhor tecnologia e confiança em prescrições exatas.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas para reverter o problema abordado. O governo deve aumentar a fiscalização em hospitais com especialistas por meio da renda obtida em impostos já atribuídos, de modo que diminua os erros e falhas médica com o propósito de melhorar as condições do ambiente. Assim, deve-se haver uma comunidade mais satisfeita e segura com os hospitais e responsabilidade criminal.