Os limites entre o erro médico e a responsabilidade criminal
Enviada em 11/07/2023
É de conhecimento geral que os limites entre o erro médico e a responsabilidade criminal são problemas muito graves, por mais que falhas possam ocorrer em procedimentos clínicos é necessário dar atenção aos casos. Dentre outros aspectos, enfatizam-se os muitos erros em diagnósticos que podem propiciar à surgimento ou agravamento de outras doenças e a presença de um sistema de saúde falho quanto à verificação médica, o qual percebem-se a falta de atuação do Governo e do Sistema de Saúde que contribuem para o aumento dos casos de erros médicos e menos penas criminais médicas cumpridas.
Primordialmente, vale ressaltar que todos estão propícios a cometer erros e que isso é algo humano, contudo por meio de um erro médico, o paciente em questão pode ser fortemente prejudicado. Os pacientes, em muitos casos, apresentam doenças comuns e que necessitam de um simples diagnóstico, mas uma análise médica pode resultar no diagnóstico incorreto da doença. O diagnóstico incorreto da doença, possibilita a realização de procedimentos errados, quanto à doença específica, causando também custos desnecessários ao paciente, prejudicando-o deste modo tanto economicamente quanto à sua saúde.
Ademais, por meio da falta de responsabilidade de profissionais médicos, muitos cidadãos podem ser prejudicados e sofrer drásticas consequências, que podem inclusive levar à óbito. O sistema de saúde não investe tanto em relação à verificação de cirurgias e médicos no mercado como deveria, já que se observa o aumento de realização de procedimentos cirúrgicos, estéticos de forma ilegal, fora de clínicas por profissionais irresponsáveis. As penas para esses atos de ilegalidade não são priorizadas, nem mesmo são aplicadas penas ou multas de altos valor à tais ações.
Dessa forma, percebe-se a ineficácia quanto à observação de análises médicas e punição quanto à responsabilidade criminal. O governo precisa ter atuação na área da saúde, investir e priorizar a verificação de diagnósticos médicos e cirurgias para diminuir os casos e/ou agravamento de doenças comuns ou raras e menos realização de procedimentos de maneira inadequada, sendo necessária a participação da população, denunciando os diagnósticos falhos e atos ilegais.