Os perigos da alienação parental

Enviada em 09/10/2019

Na obra ‘‘Utopia’’ do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa é o oposto, uma vez que os perigos da alienação parental apresenta barreiras. Esse cenário gera tanto problemas psicológicos, quanto social nos filhos. Diante disso, convém analisarmos as principais consequências de tal postura.

De acordo com a revista Gaúchazh, cerca de 16 milhões de crianças no Brasil sofrem com a Síndrome da Alienação Parental após a separação dos pais. Essa síndrome, consiste no ato de degradar o genitor que não convive com à criança, visando prejudicar o estabelecimento ou manutenção de vínculos. Logo, independentemente da relação que o casal estabeleça entre si após a dissolução do casamento, a criança tem o direito de manter preservado seu relacionamento com os pais.

Ademais, vale ressaltar que a figura dos pais geralmente é a principal referência de mundo e de sociedade para os filhos e, em muitas situações de alienação parental, provoca-se a deterioração dessa imagem, o que causa impactos não apenas na relação filial mas também na formação da criança em seus aspectos sociais. Tudo isso retarda a resolução do empecilho.

Torna-se evidente, portanto, o uso de medidas para conter o avanço dessa problemática na sociedade. Necessita-se que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério Público, será revertido em ações com o objetivo de preservar  à integridade psicológica e emocional dos filhos, através da convivência com o genitor prejudicado ou viabilizar a efetiva aproximação entre ambos, e ainda, acompanhamento psicológico para à familia realizado por profissionais, de forma a não ocasionar maiores transtornos às crianças. Desse modo, a sociedade alcançará à convivência familiar saudável  e a Utopia de More.