Os perigos da alienação parental
Enviada em 29/10/2019
É notório que a alienação parental é algo prejudicial a saúde psíquica do indivíduo, que está submetido a esses abusos, em muitos casos o responsável por prestar auxílio moral, fomenta o sentimento de rancor e ódio do alienado (criança, adolescente), em detrimento a figura parental que não encontra-se no direito de exercer a guarda legal. Dentre tantos fatores que contribuem para o agravamento dessa problemática, destacam-se: desavenças familiares e traumas psicológicos, que em casos mais graves resultam em uma saúde mental fragilizada.
Dessa forma, é cabível salientar que grande parte desses casos ocorrem em núcleos familiares, a principal relação seria conflitos anteriormente existentes. Além disso, é importante enfatizar que, segundo Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoas, para odiar as pessoas precisam aprender, e se podem aprender odiar, podem ser ensinadas a amar. Logo, semear conflitos externos ou internos faz conque a paz seja deixada de lado.
Nesse contexto, é importante comentar sobre os riscos psíquico que o ofendido pode desenvolver ao longo de sua vida. Bem como, uma saúde mais fértil para danos psicológicos, como, baixa autoestima, déficit de atenção depressão. Por isso, a discussão sobre meios de prevenção é de extrema importância, para resolutiva dessa problemática.
Infere-se, portanto, sobre os fatos que foram supracitados que, combater a alienação parental é um desafio para o Brasil. Por conseguinte, faz-se necessário que o governo em parceria com o Mec e entidades sociais, promova, campanhas com o objetivo de informar o jovem, o quê pode ser caracterizado como alienação parental, além de, criação de secretárias para auxiliar o jovem ofendido. Afinal, conforme afirmou Pitágoras: “eduquem as crianças e não será preciso castigar homens”.