Os perigos da alienação parental
Enviada em 28/10/2019
Com base em dados do físico Galileu Galilei, o cientista inglês Isaac Newton elucidou umas das propriedades da matéria: a inércia, na qual é a capacidade de permanecer em uma trajetória até que, por fim, uma força faça-o mudar de curso. Sabendo disso, na pós-modernidade, tal particularidade assemelha-se aos riscos da alienação parental que ainda se mantém inerte devido ao uso dela para tirar proveito de situações dentro do ambiente familiar, propiciando problemas na área emocional e psicológica daqueles que sofrem as manipulações. Assim sendo, é notória a necessidade de promover melhorias para atenuar essa adversidade.
Precipuamente, é importante pontuar a respeito do uso de manipulações para alcançar satisfações pessoais por parte dos familiares. Nesse contexto, Antônio Vieira - escritor e orador português da Companhia de Jesus - faz uma analogia atestando que a educação tem valor em todos os lados, assim como uma moeda de ouro, ou seja, ela pode funcionar como um elo para minimizar as alienações. Depreende-se, assim, a necessidade de ações para diminuir esse revés.
Em consonância a isso, surgem as consequências na saúde emocional e psicologia. Parafraseando o filósofo Platão, seguindo esse viés, a magnitude não está somente no existir, mas sim no manter-se bem, isto é, o bem-estar é de um tamanho valor que excede o da própria vida. No entanto, essa verdade não condiz com a realidade das crianças, jovens e adolescentes que sofrem de alienações causada pelos parentes. À vista disso, é indispensável que haja uma maior preocupação acerca da implantação e efetivação de medidas que sirvam como diligência para esse problema.
Em suma, torna-se necessário a inserção de ações para abrandar a alienação parental e as consequências que ela causa. Logo, cabe Governo Federal, especificamente o Ministério da Educação, por meio da implantação do assunto em livros didáticos, a partir do ensino fundamental, promoverem aulas lúdicas. Outrossim, desenvolverem palestras e rodas de conversas abertas à comunidade, periodicamente, com especialistas, a fim de haver uma hábil disseminação do saber e, como resultado, construção de diálogos com pensamentos críticos. Aguarda-se, nessa instância, que a inércia de Newton se aplique de forma positiva para o problema.