Os perigos da alienação parental

Enviada em 29/10/2019

A família é considerado o primeiro grupo social que uma criança tem contato, sendo assim,  uma instituição que  inicia a socialização do indivíduo e introduz regras e comportamentos da sociedade, contudo, percebeu-se a banalização de práticas questionáveis por um dos genitores com o objetivo de induzir comportamentos e modificar a relação de um dos responsáveis pela criança ou adolescente, configurando como sendo algo inconcebível as relações afetivas.

Diante desse cenário, é indubitável ressaltar que o advento das novas  tecnologias na sociedade vêm modificando relacionamentos e introduzindo novos valores na sociedade, nesse sentido, o divórcio que antes era algo questionável muito se foi discutido e de acordo com o IBGE, a proporção é de três casamentos para cada divórcio, porém se torna algo conflituoso quando um dos indivíduos não concorda com o casamento e se esses têm filhos, em sua maioria eles são usados e manipulados como forma de vingança por um dos genitores dificultando o convívio familiar e desestruturando a educação de um novo sujeito que tem suas rotinas modificadas e dependendo da criança pode  desenvolver ansiedade, medo e diversos outros sintomas que irá dificultar o que o o Psicólogo Rossandro Klinjey chama de reintegração de posse afetiva e interferindo diretamente nas fases de evolução da criança e do adolescente.

Destarte é inevitável a criação de meios para inibir ou minimizar essas práticas como criar meios de denúncias diretas por pessoas que tenham testemunhado a alienação da criança e do adolescente e até mesmo uma punição mais severa a indivíduos que transgridem eticamente e prejudicam a socialização com um dos pais,  bem como a capacitação de professores no intuito de identificar comportamentos antagônicos em sala de aula e especialmente a manutenção de debates com profissionais para ajudar os casais em conflito para que todo o processo seja minimizado e não desrespeito o direito da criança.