Os perigos da alienação parental
Enviada em 02/11/2019
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual, o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas.No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a alienação parental apresenta barreiras, as quais, dificultam a concretização dos planos de More.Nesse sentido, diante de uma realidade instável e temerária que mescla conflitos no quesito relação familiar e regulamentação de leis, analisar seriamente as raízes e os frutos dessa problemática é medida que se faz imediata.
Precipuamente, é frucal pontuar que esse embaraço em meio as famílias deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido a falta de atuação das autoridades, cada veis mais crianças vem ficando com doenças psicológicas pela ausência de leis funcionais que coíbam tais recorrências. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar que a alienação parental é crime. Segundo a lei 13.431/2017 essa alienação é considerada como violência psicológica, e o alienador será punido por multas, advertências e ate mesmo alteração da guarda da criança.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço dessa problemática na sociedade brasileira.Dessarte, com o intuito de mitigar a alienação parental, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Conselho Tutelar, será revertido em fiscalizações e discussões no assunto, por meio de visitas residenciais e visitas nas escolas, para que aja o esclarecimento do assunto nos cidadãos.Desse modo, atenuar-se-á a médio e a longo prazo o impacto nocivo do problema, e a coletividade alcançara a Utopia de More.