Os perigos da alienação parental
Enviada em 26/02/2020
No que se refere a Alienação parental, a ideia de Pitágoras, quando diz “Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens”, traz uma reflexão à problemática. Em oposição a dica do filósofo, quando há uma conflito entre os detentores da guarda de um menor, seu crescimento psicológico pode ser afetado de forma prejudicial. Partindo desse pressuposto, medidas preventivas devem ser tomadas, para a efetiva formação saudável dos envolvidos.
O cérebro de um jovem está sempre captando informações e reproduzindo-as. Quando elas partem de um parente, visto como referência (figura paterna ou materna), é fato que, o mesmo reproduzirá mais facilmente por confiança, em oposição a isso, nem sempre o produto que vem da multiplicação de saberes dos pais, é a melhor resposta para as dúvidas dos filhos, que às têm constantemente.
Em contrapartida, hoje graças às diversas campanhas publicitárias incentivando denúncias, como as de violência contra mulher, existe uma mobilização maior por parte da sociedade para delatar possíveis abusos. Quando expostos, aumenta-se a chance de acontecer um término de relacionamento. Se nesse processo se há algum menor envolvido, muitas vezes ele pode sofrer manipulação por parte de um dos pais, para ficar contra o outro genitor, provocando um desconforto em relação a eles, à relacionamentos, como também, transferindo a culpa para si. Fatos que podem se agravar fazendo com o mesmo, desenvolva um transtorno psicológico que muitas vezes não é diagnosticado e/ou tratado.
Bom seria se fosse criado uma lei nacional, que obrigasse a todos os jovens envolvidos em qualquer suspeita de alienação parental, em processos de conflito ou não, passe por uma consulta com psicólogo, e se preciso faça um tratamento gratuito e com processo burocrático simplificado. Somado a isso, que a população possa denunciar qualquer suspeita. Para além disso que fossem saturadas as campanhas publicitárias de origem público privadas, de incentivo às denúncias.