Os perigos da alienação parental

Enviada em 04/03/2020

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), possibilita o direito de todos os cidadãos que ainda não obtiveram a maioridade, o direito à segurança e ao bem estrar. Conquanto a alineação parental no Brasil impossibilita que uma parcela da população desfrute de tal plano na prática. Diante dessa perspectiva cabe avaliar os fatores no qual ,infelizmente, favorecem esse quadro.

Sobre esse prisma, hodiernamente, percebe-se que há uma ineficiência na justiça brasileira, haja vista que ainda existem jovens que sofrem transtornos por morarem em um ambiente conturbado, de acordo com o site migalhas.com.br, a lei elaborada em 2010 não vigorou para o caso do menino Bernardo, ele foi proibido pelo pai de ver sua avó após a morte da mãe, um caso tipico de alineação parental, pois os avós, na falta dos pais, muitas vezes exercem a função de tais.

Faz-se mister, salientar, a falta de empatia do alineador para com o alienado. De acordo com Zymunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade liquida” vivida no século XXI, do mesmo modo, os pais passam a programar as crianças a odiarem seus genitores sem nenhuma justificativa, apenas por vingança, e acabam promovendo as vítimas transtornos emocionais e psicológico.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para solucionar de fato essa problemática. Dessa maneira, urge a participação do poder Judiciário ,o qual detém poder de fiscalizar as leis e corrigir os quais não cumprem, supervisionar, de fato se as diretrizes estão sendo obedecidas, a fim de fazer se cumprir leis bastantes importantes. Além disso a mídia detentora de grande alcance populacional, deve publicar fatos e relatar em postagens as causas que tal crime gera, com o fito de originar empatia entre as pessoas.