Os perigos da alienação parental

Enviada em 20/03/2020

No contexto atual brasileiro, a alienação parental, um tipo de abuso gravíssimo, é um problema sério, que engendra adversidades e contrariedades na vida da criança ou do adolescente. Isso calha devido a um esvaecimento do casamento e uma tutela parental deficiente. Portanto, deve-se agir no intuito de diminuir o número de casos e, assim, minimizar os danos na criança, com ações do Ministério da Família, junto a ações nas escolas.

De fato, as famílias são instituições basilares, muito danificadas por um dos males do século, um decaimento da ação humana no desígnio de Deus, o divórcio, e a tutela parental, que deveria ser feita com o apoio do governo por psicólogos especializados nisso é muito malfeita. Por consequência, crianças e adolescentes sofrem com a calúnia, a maledicência e outros males horrendos dentro da instituição “nuclear” da sociedade, ou seja, primária, segundo a famigerada doutrina social da Igreja.

Isso acontece com frequência, como apontam pesquisas atualíssimas, e causa irremediáveis perturbações psíquicas e, quiça, físicas no indivíduo mais prejudicado, aquele infante ou jovem que uma vez fora embalado nos braços desse pai ou mãe malquisto. Sem o auxílio exterior, esse quadro é predisposto a piorar ainda mais, pois o pai maldizente fecha-se em si mesmo e desvaloriza o papel do outro pai, perdedor, no crescimento pleno da criança.

Logo, faz-se necessário uma intervenção governamental, o qual com palestras e seminários sobre a temática abordada, com o financiamento adequado saído dos cofres públicos, fará maravilhas na vida de miríades de jovens, e, mesmo restaurará famílias antes fraturadas pela destruidora separação.