Os perigos da alienação parental
Enviada em 30/03/2020
O divórcio é umas das piores coisas que pode acontecer na vida amorosa de um adulto. Ele pode ocorrer por diversos motivos, como: irresponsabilidade monetária por uma das partes, traição, abuso ou simplesmente pelo desinteresse de se manter a relação. Embora na maioria dos casos os divorciados conseguem se recuperar deste possível trauma, caso o par tenha uma criança, o problema engrandece. A criança, em média, durante a fase adulta é mais propícia a ter problemas relacionados a saúde mental e física, se torna mais propensa a usar drogas e o divórcio dos pais pode afetar a sua própria vida amorosa.
Ainda pior se a criança se tornar o epicentro do divórcio. Na maioria dos casos a criança fica com o lado materno. Porém se o pai quiser a criança, poderão ocorrer brigas entre os pais. Neste caso, a criança pode ocorrer de se ligar com o divórcio. Não tomando lados, mas se associando como a causa do divórcio. As lutas parentais pode levar a criança a acreditar que é a causa da divisão da família, que já levou a casos de depressão na infância e outros problemas mentais na fase adulta. A criança pode sofrer também no quesito que seu desempenho acadêmico pode piorar, bem como fatores emocionais do jovem.
Como resposta para esse problema, uma série de medidas poderiam ser tomadas. A primeira seria que os pais não briguem em frente a criança, poupando-a da dúvida. A segunda seria preparar emocionalmente a criança. Outras medidas como assegurar que a criança não sofra nenhum trauma observando seu comportamento e garantir que a criança compreenda a situação (suas causas e consequências) de modo seguro e fácil.