Os perigos da alienação parental

Enviada em 29/04/2020

Com base na lei 12.318, em vigor na constituição brasileira desde 2010, torna-se possível proteger legalmente as crianças e os adolescentes, que sofrem com quaisquer atos de alienação parental. Visto isso, é imprescindível afirmar que o seguinte problema ainda se faz bastante presente na atualidade, e tais situações podem acarretar a grandes consequências na vida dos jovens, por isso, é necessário o debate a fim de melhorar o cenário atual, mostrando não apenas os traumas psicológicos que podem causar, mas também alertando a importância da difusão que estas informações poderão proporcionar para o devido bem-estar familiar.

É válido em primeira análise pontuar que, de acordo com a lei 13.431, presente na constituição federal, considera-se atos de alienação parental um crime, visto que é conceituado como violência psicológica. Conforme o que foi mencionado, é essencial a erradicação do consecutivo problema, pois, a tentativa de desqualificar um membro familiar sem nenhuma justificativa plausível na vida de um jovem, é capaz de provocar enormes efeitos prejudiciais à saúde de tal, como por exemplo apresentar dificuldades em manter relações interpessoais, ansiedade, depressão, e até mesmo se tornar alvo de substâncias entorpecentes, com o intuito de lidar com o sofrimento. Com base no que foi dito, é fundamental uma maior fiscalização sobre a imprópria manipulação, além de aprimorar a prática do diálogo efetuado pelo âmbito familiar.

É importante avaliar também que, conforme o site do Imaginie, somente em Minas Gerais, no ano de 2017, cerca de 1.042 casos apresentaram como problema a alienação parental. Em razão do que foi citado, é relevante afirmar como é absurdo o número de quadros com a finalidade de monitorar o sentimento de uma criança, ou de um adolescente para desmoralizar a convivência com o outro genitor, podendo ocasionar graves problemas no crescimento do jovem. Em concordância com o que foi mencionado, a divulgação dos grandes perigos que podem originar a falta da valorização sobre a opinião de tal indivíduo que é obrigado a aceitar o que lhe for concedido, pode auxiliar na diminuição dessa consequente barreira, visto que, muitas vezes se passa de forma imperceptível a gravidade que o desenvolvimento amargurado pode debilitar um ser humano.

Destarte, urgem as adequadas medidas, a fim de melhorar o cenário atual, por meio do devido aprimoramento fiscal a cerca das leis, realizado pelo Ministério da Justiça, além da implantação de comerciais, auxiliados pelo Ministério da Cultura e o Ministério da Saúde, monitorados por psicólogos e psiquiatras, com a ação de alertar a importância do diálogo no ambiente familiar, ademais de sobreavisar os perigos que a alienação parental podem causar no crescimento dos jovens.