Os perigos da alienação parental

Enviada em 25/04/2020

Promulgada pelo ONU (Organizações das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos o direito a dignidade e bem-estar social. Conquanto, a alienação parental impossibilita que parcela da população desfrute desse direito, na prática. Nesse contexto,não há dúvidas que essa problemática é um desafio para o Brasil; o qual ocorre devido a falta de ética social dos responsáveis, resultando na formação de cidadãos com problemas psicológicos.

De início é inquestionável que a alienação parental é ocasionada pela deficiência da ética e da moral da população. Segundo o estudioso José  Maria Ribeiro, “Exercitar as virtudes se faz necessário para chegar a ética e posteriormente a humanização”. Sob essa ótica, é possível observar o reflexo da falta de humanização na sociedade, através da normalização social da manipulação parental, onde a população não é capaz de intervir para minimização do problema.

Faz-se mister, ainda, salientara formação de cidadãos com problemas psicológicos como o grande desafio da alienação parental. De acordo como o filósofo Immanuel Kant, " É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade". Diante de tal contexto, a educação tem papel fundamental no aumento do bem-estar social para os cidadãos, e ainda, na diminuição dos impactos da alienação parental.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem o maior bem-estar da sociedade. Logo, cabe ao Ministério da educação (MEC), a criação de um programa que una a escola e a família, com a realização de palestras sobre as causas e consequências da alienação parental, por meio de psicólogos especialistas na área. A fim de, minimizar as causas e as consequências da alienação parental.