Os perigos da alienação parental
Enviada em 24/04/2020
A alienação parental, é um risco para os filhos, atualmente já existe leis, mais específicas para esse ato, que é visto em algumas famílias. E, uns dos perigos, seria o filho gostar mais de um dos pais, e ser influenciado por esse, a inconscientimente, fazer o que este pai ou mãe queira. Portanto, não sendo benéfico para a família em geral, e se o filho não fizer o que este alienador pede, ele é chantageado psicologicamente a fazer contra sua vontade. Além disso, na hora que a família precisar de ajuda, a pessoa que foi alienada, vai procurar ajudar, este parente que, lhe influencia emocionalmente e psicologicamente a ajuda-lo.
Em primeira análise, uma grande parte da população mundial, é alienada de alguma forma, por algum dos seus parentes. Pois, a partir do momento, que você deixar de fazer algo que goste, em detrimento, de alguém isso é alienação parental, porque para vários especialistas, isso pode se torna uma síndrome, conhecida como SAP (síndrome da alienação parental). Para que a pessoa que esteja nesse meio, não tome suas próprias decisões, tornando um indivíduo alienado.
Em segunda análise, o alienador parental, pode ser acusado de cometer um crime, se for detectado, esse tipo de ação por parte de algum parente. E para a pessoa que sofreu com isso em alguns casos é necessário a ajuda de um psicologo, para que tenha uma melhora no quadro, emocional e psicológico, da vitima. Por isso, o individuo que é alienado, pode a inconscientemente a vim a favorecer mais, a pessoa que esteja alienado ela, do que qualquer outro parente da família.
Em decorrência disso, é necessário a ajuda do conselho tutelar, juntamente com o ministério do cidadão, a buscar tratamento psicológico para quem sofreu ou sofre com alguma alienação parental. Porque segunda lei feita a pouco tempo, pode ser interpretada essa situação como necessária de prisão, por parte do alienador. Para que, esse individuo que esteja sofrendo com isso, se torne uma pessoa futuramente mais, madura para tomar suas próprias conclusões sobre seus atos.