Os perigos da alienação parental

Enviada em 07/05/2020

A alienação parental é uma coisa que está muito presente no mundo mas muitas vezes não é discutido e  muitas pessoas não sabem oque é. É muito difícil lidar com casos nos quais os pais da criança não conseguem dialogar para resolver as questões dos filhos, e sendo assim, efeitos e consequências aparecem, sendo um deles a prática de alienação parental.

Entende-se, a alienação parental como a programação de uma criança por um dos genitores, para que passe a enxergar e idealizar o outro genitor de maneira negativa, nutrindo, a partir de então, sentimentos de ódio e rejeição por ele, e externando tais sentimentos. Desse modo os pais estão “modificando” a cabeça da criança para odiar o outro genitor.Juntando com todos os tumultos da disputa pela guarda ou convivência com a criança, quem deve ser protegida é a criança que não tem o minimo de responsabilidade e sabedoria do que esta acontecendo.

O psiquiatra infantil Richard Gardner foi quem criou o termo “síndrome da alienação parental”, através de estudos realizados avaliando crianças de famílias em situações de divórcio. Gardner descreveu a síndrome como sendo: “um distúrbio infantil, que surge, principalmente, em contextos de disputa pela posse e guarda de filhos. Manifesta-se por meio de uma campanha de difamação que a criança realiza contra um dos genitores, sem que haja justificativa para isso.”

Primeiramente é preciso levar em conta o bem estar da criança e para que isso não atinja os filhos que tem pais divorciados, é preciso que a Vara de Família faça uma analise psicológica dos pais e esta evidente que um acompanhamento de um psicólogo com o jovem deve ser feito para que se observe se não houve nenhum relato de afastamento vindo diretamente dos parentes ou traumas que o divórcio ou afins causaram na criança ou adolescente.