Os perigos da alienação parental
Enviada em 10/05/2020
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, é resguardado a todos os cidadãos que ainda não atingiram a maioridade os direitos fundamentais de respeito à integridade e à juventude sem interferências que podem afetar. Portanto, ao analisar o dilema da alienação parental, a crise ética da instituição familiar e a dominação coercitiva de membros indefesos corroboram a urgência de medidas interventoras no contexto brasileiro atual.
Em primeiro lugar, é fundamental analisar a filosofia ética desse paradigma. segundo os imperativos do filósofo racionalista Immanuel Kant, as ações consideradas éticas são avaliadas pelo caráter categórico, tal que, devem ser tratadas com o ideal de empatia universal, realizando de forma que o resultado seja a expectativa final da humanidade. Dessa forma, as instituições familiares falham ao aplicar o exercício ético generalizado, visto que a humilhação e o discurso de ódio gerados pela alienação parental provocam distúrbios e efeitos negativos psicológicos na formação de jovens que, nessa perspectiva, crescerão em um ambiente conturbado e inesperado da expectativa moral universal.
Entretanto, fica evidente que a alienação parental é causadora de diversos distúrbios psicológicos e precisa de intervenções no país. Em vista disso, o Estado, na figura do Ministério da Justiça, deve melhorar a aplicação de leis e fiscalizações sobre essa manipulação familiar, de um jeito que haja uma parceria com os sistemas de ensino para acolher denúncias, a fim de restaurar a integridade juvenil, uma vez que dilemas psicológicos podem causar sérios problemas éticos. Por fim, as prefeituras, em associação com as universidades, precisam criar campanhas, propagandas pela mídia, anúncios e palestras públicas, através de ajuda de pedagogos e psicólogos especializados, para que, a responsabilização social elimine esse paradigma no Brasil.