Os perigos da alienação parental
Enviada em 19/05/2020
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente é dever da família estabelecer o bem estar da criança. Contudo, nota-se que as divergências conjugais contribuem para os perigos da alienação parental, visto que esses conflitos podem gerar danos para o jovem como transtornos de ansiedade, os quais podem levar ao suicídio. Sendo assim, medidas interventoras são necessárias para atenuar esse impasse.
A princípio, infere-se aos transtornos de ansiedade como um risco para os progênies. Segundo o psiquiatra Sigmund Freud a ansiedade é um estado emocional desagradável acompanhado de sensações físicas que alertam o indivíduo contra um perigo iminente. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que as crianças expostas a manipulações por parte de seus progenitores são diretamente afetadas, uma vez que elas se sentem perdidas e acabam desenvolvendo comportamentos, os quais refletem o seu cotidiano. Desse modo, percebe-se a necessidade de amenizar essas aflições.
Consequentemente, verifica-se o suicídio como uma preocupação gerada pelos transtornos que acometem os filhos. Consoante com o sociólogo Émile Durkheim, o suicídio altruísta é uma forma de romper uma vida de sofrimento. De modo que, os jovens ainda são muito imaturos para saber lidar com as suas emoções, tornando-se suscetíveis a executar tal ato. Dessa forma, constata-se essencialidade de combater essa problemática.
Portanto, faz-se imprescindível a tomada de atitudes para mitigar os casos de ansiedade e suicídio. Logo, cabe ao Poder Legislativo em parceria com o Poder Judiciário, promover projetos e fiscalizações, por meio da criação de leis, as quais visem proteger e amparar os jovens em casos de alienação, a fim de abrandar os perigos gerados por conflitos familiares.