Os perigos da alienação parental
Enviada em 03/06/2020
Na sociedade hodierna, a separação entre casais é muito comum e presente. Diante dessa situação, os indivíduos mais afetados são os filhos, mormente as crianças. Relacionamentos e laços conjugais podem acabar, mas a relação entre pais e filhos deve permanecer estável, até que o jovem tenha discernimento suficiente para saber o que é melhor para ele.
Para o sociólogo francês Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, as suas origens e condições de que depende. Nesse contexto, a alienação parental é errada e deve ser inibida, até que o jovem tenha idade suficiente para decidir o que quer para a sua vida.
De acordo com a lei 13.431/2017, a alienação parental é considerada como crime, e quem a cometer, terá consequências, como multas, alterações da guarda dos filhos e até a possibilidade de perder esta. Para o psiquiatra alemão Richard Gardner, a alienação parental traz extremos problemas à saúde mental dos filhos e deve ser evitada ao máximo.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O governo deve destinar verbas para a inauguração de clínicas comunitárias, especializadas em situações como a saúde mental das crianças diante de um divórcio dos pais. Por meio desta ação, tanto os filhos quanto os pais, serão aconselhados a como agir durante este difícil momento. Espera-se assim, que a alienação parental seja freada no Brasil.