Os perigos da alienação parental

Enviada em 10/06/2020

Promulgada pela ONU em 1989, O Estatuto da Criança e do Adolescente garante o direito ao resguardo, ao respeito da integridade da juventude sem interferência destrutiva. Entreato segundo dados do tribunal de justiça do estado de são Paulo, O número de processos por alienação parental cresceu 5,5% de 2016 para 2017, saltando de 2.241 para 2.365. Nesse contexto não há dúvidas que a alienação parental é um desafio no Brasil, o qual ocorre devido não só a falta de educação que tal atitude é crime, mas também a separações mal resolvidas por uma das partes.

A educação é o fator principal para o desenvolvimento de um país, ocupando a nona posição na economia mundial, segundo dado do portal de notícias “Exame” é de se acreditar que o Brasil possui um sistema público de conscientização eficiente. Entretanto a realidade é precisamente o oposto, e a consequência esta refletida nas crianças e adolescente que pode desenvolver anorexia, bulimia, tendência a drogas e álcool.

Faz-se mister, ainda, salientar que as separações más resolvidas como impulsionador do problema. De acordo com o Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, é a característica da “modernidade liquida” vivida no século XXI.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema, o governo deve realizar campanhas de conscientização contra a alienação parental por meio de recurso online e presenciais com a participação de profissionais, com materiais didáticos específicos, com depoimentos, junto também uma melhora na fiscalização, dessa forma o Brasil poderia superar a alienação parental.