Os perigos da alienação parental

Enviada em 10/06/2020

O conceito de alienação parental consiste em programar uma criança ou adolescente para que odeie um de seus genitores sem justificativa, causando riscos para a saúde psíquica e emocional de uma criança ou adolescente, sendo caracterizada uma forma de abuso.

Atualmente, nos casos de alienação parental as crianças ou adolescentes são os que mais sofrem, apresentando sintomas da Síndrome, como a culpa, ansiedade, depressão, agressividade, medos, angústias e até mesmo dificuldades de aprendizagem. Além disso, vale destacar que ao chegar à adolescência, esses filhos recorrem mais facilmente ao álcool e às drogas, em uma tentativa de aliviar a culpa e a dor que sentem pelo mal-estar entre os pais.

Com a ajuda do Governo Federal, do Congresso Nacional, e, juntamente com o Conselho Tutelar, abriu-se espaço para a participação de outros profissionais junto ao judiciário. Psicólogos, assistentes sociais e peritos orientam e acompanham as vítimas.

Uma das metas solicitadas é que proporcionem uma rotina semelhante à guarda conjunta e ao convívio e hábitos familiares que os filhos estão acostumados. No entanto, é preciso prudência para que as diferenças entre o casal não interfiram na educação dos filhos.

Levando-se em conta o que foi observado, em caso de separação com filhos, a guarda mais recomendada é a guarda compartilhada. Vigente desde dezembro de 2014, por meio da Lei 13.058/2014, a guarda compartilhada possibilita a ambos os genitores maior proximidade e acesso à vida da criança ou adolescente, assim, colaborando para que os pequenos tenham o apoio necessário para superar as complicações que acompanham a separação, evitando conflitos futuros, além de problemas de saúde.