Os perigos da alienação parental
Enviada em 14/06/2020
A alienação parental acontece quando há uma interferência psicológica na criança ou no adolescente provocada por algum membro familiar. Por meio de uma lei, o governo considera tais atos como violência psicológica e assegura ao genitor alienado o direito de pleitear medidas protetivas contra o autor da violência, pois, dessa forma, é provável que o assunto ganhe visibilidade, fazendo com que mais pessoas se informem, além da possibilidade de redução dos crimes.
A alienação parental é um assunto pouco tratado no Brasil e devido à pouca repercussão dos casos, é que acontecem tantos e muitos não são registrados. Quando algum agente social relevante, como o governo, faz algo que aumente a repercussão do tópico, muitas pessoas desinformadas acabam se informando, e isso pode ajudar a reduzir drasticamente o número de casos no país.
Quando uma lei que proíbe algum tipo de ato é criada, o principal objetivo é reduzir a prática daquele determinado ato. Por isso que o governo criou uma lei que considera atos de alienação parental como violência psicológica, com o objetivo de diminuir o número de casos. Agora, casos de alienação parental resultam em punições como advertências, pagamento de multas e modificação da guarda para compartilhada ou o inverso. Uma pessoa só é presa caso desrespeite a guarda compartilhada. Com punições que podem até levar um sujeito para a cadeia, os crimes claramente irão diminuir.
Para solucionar esse impasse, é necessária a mobilização de certos agentes que podem mudar a atual situação acerca da alienação parental. Portanto, as famílias devem ao menos tentar compreender que usar o próprio filho como instrumento de vingança pode causar sérios problemas psicológicos no decorrer da vida do alienado. O governo deve tentar acabar com isso, criando regras e leis, tentando sempre conscientizar as pessoas sobre o assunto.