Os perigos da alienação parental
Enviada em 25/06/2020
A alienação parental consiste na manipulação da criança para odiar um dos seus progenitores cada parte joga a criança contra a outra. É na transição de criança para adolescente que o indivíduo começa a formar a própria opinião, durante esse processo a pessoa necessita de amparo familiar, mas com a separação dos país e em meio de tantas brigas e manipulação, tais fatores afetam diretamente na formação do indivíduo, ocasionando o desenvolvimento de doenças emocionais, e também, a Síndrome da Alienação Parental.
Pode-se afirmar que por muitos, os pais são vistos como apoio e suporte dos filhos, porém, durante a separação os pais ficam tão focados em separar o filho da outra parte, que acabam deixando o filho desamparado. O desamparo junto ao medo e o sofrimento, pode ocasionar o desenvolvimento de doenças emocionais, como a ansiedade, a depressão, e quando não tratado, pode ter como consequência o suicídio.
O sociólogo Durkheim, afirma que o “fator social” manipula, assim, as crianças que não têm as suas capacidades cognitivas completamente sólidas, são manipuladas facilmente por fatores externos e passam a repudiar algum dos seus pais, ocasionando a Síndrome da Alienação Parental, termo criado por Richard Gardner, na qual a pessoa cria um sentimento de repúdio a um dos pais, gerado pela doutrinação de um dos progenitores, na disputa de custódia e na tentativa de deformar a imagem de um dos pais.
Infere-se, por tanto, que a alienação parental é prejudicial à criança, dessa forma, é dever do Ministério da Educação fornecer atendimento psicológico e psiquiátrico em escolas, através de palestras e debates com a participação de profissionais em consenso com os pais, de modo a mudar o comportamento dos pais e proporcionar auxilio as crianças que sofrem essa manipulação. Para que assim, o processo de separação dos pais, não afete na formação do indivíduo, evitando o surgimento de doenças emocionais e impedir a Síndrome da Alienação Parental.