Os perigos da alienação parental
Enviada em 14/07/2020
Atualmente a alienação parental está se tornando cada vez mais visível na sociedade contemporânea. De início, tal termo foi empregado pelo psiquiatra alemão Richard Gardner que conceituou como a programação de uma criança para odiar um dos genitores. Nessa perspectiva, é de extrema irresponsabilidade do progenitor com o adolescente, visto os perigos como agressão psicológica somado ao estimulo de raiva.
Sob analise inicial, é valido destacar que normalmente na separação de um casal com desavenças, a criança sofre muito emocionalmente. Isso ocorre devido a presença de inúmeras discussões dos ex-parceiros e a influencia em qualificar um genitor como malvado ou ruim. Com efeito da agressão psicológica ao menor de idade, desenvolve quadros de ansiedade e com a culpabilização do ódio familiar possivelmente depressão. Portanto, é imprescindível a a interferência do Estado já que é previsto na Constituição Federal, a garantia do desenvolvimento de um jovem em um ambiente saudável.
Em seguida, a alienação parental estimula a raiva que pode repercutir por toda a vida do indivíduo. Nesse sentido, parafraseando o filósofo Jean Jacques Rousseou, a natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável. Analogamente, a violência psicológica deprava o adolescente, se repercutindo futuramente, formando um ciclo vicioso baseado na manipulação de pessoas mais vulneráveis. Assim, enquanto medidas preventivas não for formadas, tal problemática vai persistir.
Diante dos fatos supracitados, entende-se os principais problemas da alienação parental. Dessa maneira, é preciso que o casal procure orientações ao ter um filho, por meio da cobrança ao Estado de profissionais qualificados em administra, de como agir em uma discussão ou eventual separação, para minimizar os efeitos emocionais na criança. Com isso, será possível reverter esse panorama assustador.