Os perigos da alienação parental

Enviada em 13/07/2020

A lei de alienação parental, em vigor desde 2010, vem sendo usada cada vez mais no Brasil, tendo o número de processos aumentado em 5,5% entre 2016 e 2017, segundo dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O regulamento protege crianças e adolescentes de possíveis influências vindas de seu responsável, que podem, no futuro acarretar traumas psicológicos.

Tais casos ocorrem muitas vezes em situações de divórcio, onde a criança/adolescente se encontra no meio das “brigas” e discussões, sobre quem vai ficar com sua guarda e a separação de bens do casal, e acaba sempre ouvindo do seu progenitor ou da sua progenitora, coisas ruins em relação ao outro, assim então, tendo uma imagem ruim de um dos seus responsáveis.

Como consequência dessa imagem ruim causada, o filho pode muitas vezes não conseguir se relacionar com o pai, a mãe, os parentes e pessoas que podem vir a conhecer no seu futuro, pela falta de confiança criada em seus relacionamentos familiares em sua fase de desenvolvimento, resultando então em problemas psicológicos, como depressão.

Portanto, é muito importante que a lei da alienação parental seja mais conhecida pela população, pois casos parecidos como esse citado e muitos outros tipos acontecem diariamente no Brasil.