Os perigos da alienação parental

Enviada em 27/08/2020

A alienação parental é inicialmente sútil e minimamente invasiva pelo manipulador, na qual geralmente é o principal cuidador da criança ou do adolescente (faixa etária das vítimas). Esse tipo de manipulação vem crescendo gradativamente, em termos exatos, aumentou dez vezes os casos em cinco anos, de acordo com o site SBT. No mais, com tamanha exorbitância, é de fato causado pela ausência de preocupação das autoridades superiores e desqualificação dos responsáveis das vítimas.

É importante salientar a suma irresponsabilidade dos cuidados do menor de idade, sem empatia e a falta de cuidado com o mesmo, podendo assim ocasionar traumas e doenças psíquicas afetando duramente a vida social, pelo qual, excluem-se da sociedade, sendo esse um dos sintomas. De acordo com o teórico Paulo Freire, " é necessário buscar uma busca de paz", desse modo, é relevante procurar meios para evitar confusões e desgaste mental.

Como também, a escassez de ação da Assistência Social à Criança e ao Adolescente é um dos fatores que elevou os casos dessa manipulação. A comunicação para com esse assunto é atípica em âmbitos escolares, resultando assim à falta de conhecimento e informação entre as crianças, dificultando seu entendimento e proteção contra a alienação.

Em síntese, o Conselho Tutelar deve promover palestras com psicólogos  nas escolas no intuito de alertar comportamentos manipuladores de seus devidos cuidadores. Como também, as escolas têm que perfazer eventos terapêuticos voltados aos responsáveis, havendo conversas com profissionais da saúde mental e os direcionando como educar e evitar conflitos envolvendo os filhos, desse modo, indubitavelmente os casos de alienação parental irão reduzir e a sanidade mental dos menores de idade serão preservadas, evitando traumas futuros.