Os perigos da alienação parental
Enviada em 26/08/2020
Legado Pitagórico
Na sociedade contemporânea, os conflitos conjugais ocasionam problemas acerca da criação e da educação dos respectivos filhos, refletindo nos seus comportamentos sociais preocupantes. Isso se deve, sobretudo, ao incentivo à rejeição proporcionado por um lado parental, possibilitando o desligamento afetivo das crianças com o outro lado, e aos danos psicológicos que causam a ascensão de sentimentos com teores introspectivos e inferiores. Nesse viés, são necessárias mais medidas efetivas do Governo Federal e dos centros de ensino para o enfrentamento dessa problemática.
É importante lembrar, de início, que a infância é um período primordial para a construção dos comportamentos sociais no futuro dos indivíduos, sendo de fácil acesso a introdução de pensamentos externos pelo fato de sua inocência, a qual os adultos usufruem disso, muitas vezes, de uma forma negativa para incentivar seus próprios pensamentos e desejos, promovendo o sentimento de rejeição para o outro parente, o que é contrário ao que o filósofo e matemático Pitágoras prega, o qual aborda a necessidade de educar bem as crianças para que no futuro não seja possível punir os adultos. Sendo assim, percebe-se os perigos encontrados na alienação parental, principalmente, a respeito da construção social das crianças e sua urgência de rompimento desse impasse.
Outrossim, é evidente que os danos psicológicos causam conflitos sociais, os quais protagonizam sentimentos de introspecção ou de inferioridade, uma vez que a pressão ideológica acerca da personalidade criada de forma negativa de algum dos pais impulsiona pensamentos de comparação, em que as crianças comparam outras famílias sem conflitos com a sua, ascendendo conflitos internos e sua própria exclusão perante os demais, como na obra do autor Hans Christian Andersen “O Patinho Feio” que apresenta a temática de comparação e de inferioridade plenamente.
Percebe-se, portanto, a necessidade de atuação do Governo Federal e dos centros de ensino para atenuar as sequelas e otimizar as perspectivas oriundas dessa problemática. Para isso, o governo em parceria com os meios midiáticos devem idealizar ações midiáticas que retratem a negatividade que esses pensamentos de alienação parental pode causar no futuro das crianças, por meio dos meios televisivos e panfletos, para que seja possível a instrução sobre o tema. Ademais, os centros de ensino devem priorizar o trabalho dos psicólogos nas escolas, por intermédio de acompanhamento semanal de crianças com pais separados, com o fito de aumentar o suporte psicológico na infância, seguindo o legado de Pitágoras.