Os perigos da alienação parental
Enviada em 20/09/2020
Segundo a Constituição Federal promulgada em 1988, nos seus termos de lei, ela estabelece a garantia do bem-estar social para todos cidadãos bem como a proteção à família. Entretanto, pela maioria das vezes a ignorância das pessoas perante o assunto, no que se relaciona a violência psicologia cometida por, seja pais ou responsáveis, quando estes se separam, feita em relação aos seus filhos, para que eles atribuam um sentimento de repulsa por algum de seu genitor, configura-se como um ato de alienação parental. Bem como, não garante o direito que se é estabelecido na Carta Magna.
A priori, o conceito de alienação parental, segundo o psiquiatra infantil Richard Gardner, trata-se de um processo que consiste em programar uma criança para que odeie um de seus genitores sem justificativa. De tal forma que, a criança acaba sendo induzida a dar sua própria contribuição para desmoralizar o genitor alienado. Ficando enclausurado perante uma única escolha, sendo acometido por diversos danos mentais, sendo visível a necessidade do Estado em que se refere à assistência por esses jovens.
Ademais, segundo Platão, na alegoria da caverna, as pessoas só possuem uma única visão de mundo, que é as das sombras, não podendo ter a percepção de outras vertentes. Assim como, na mente das crianças e jovens, quando se refere a tribulação de imagens que estes formarão de seus pais, pela disputa de quem seria mais preferível. Não percebendo os responsáveis, a influência e o acarretamento das ações sobre seus filhos, o que acaba por deixar uma série de danos psicológicos na vida de cada pessoa.
Portanto, tendo em visto disso o Estado, juntamente com postos de saúde e o Ministério Público, devem fornecer acesso gratuitamente a psicólogos, com a finalidade de darem mais assistência para as crianças e jovens durante esse processo. Bem como, desses órgãos mencionados, adjunto do Ministério da Educação, de promover campanhas educacionais, perante ao tema: alienação parental, afim de todos terem consciência desse assunto e promoverem a reflexão. Para que, só assim as pessoas tenham a garantia de seus direitos e não juntem sequelas para a vida toda.