Os perigos da alienação parental
Enviada em 28/09/2020
“Alienação parental” é a expressão usada para explicar a lavagem cerebral feita com crianças quanto a seus genitores, por outro membro familiar. Essa situação torna-se cada vez mais recorrente entre os meios de convivência entre família, ocasionando o mau desenvolvimento pessoal das vítimas e podendo, em conjunto, gerar sequelas psicológicas severas. Dessa forma, mostra-se necessário uma maior atenção quanto aos casos que surgem.
Em primeiro plano, é oportuno falar que o relacionamento entre pais e filhos é a primeira base para quaisquer outros que possam acontecer na vida do indivíduo. Logo, a alienação parental prejudica o desenvolvimento pessoal da criança ao romper essa conexão primordial, tornando-a inapta às relações entre o meio de convívio social. Assim, frisa-se a importância de confiança e abertura em conversas com os pais, para moldar um relacionamento sólido.
Ademais, vale citar como a má estrutura dos relacionamentos parentais pode gerar sequelas psicológicas nos filhos, trazendo em evidência que 26,3% das crianças portadoras de depressão sofrem problemas familiares com os pais. Em conjuntura, também há o aumento de casos de ansiedade entre jovens, tanto pela alienação parental de pais casados como divorciados. Dessa forma, põe-se em destaque a demanda por maior preocupação aos casos da temática, especialmente pela flexibilidade do Estado quanto ao comportamento de genitores.
Em síntese, a análise feita enfatiza como a alienação parental influencia na vida dos filhos, de maneira prejudicial, tanto ao transtornar o desenvolvimento pessoal dos indivíduos, como ao contribuir com o surgimento de sequelas psicológicas. Portanto, ao acrescentar a ausência de prevenção quantos aos casos devido à tolerância com pais, torna-se imprescindível o aumento de cautela da parte governamental quanto à saúde das crianças.