Os perigos da alienação parental

Enviada em 26/09/2020

Alienação parental é o ato de um ex-cônjuge criar uma imagem negativa em relação ao outro com o intuito de evitar o desenvolvimento de uma relação afetiva entre a criança e o progenitor. Atualmente, a quantidade de casos de divórcios tornou propicia a disseminação de tal prática. Porém esse feito ocasiona danos psicológicos nos jovens e adolescentes que se encontram na guerra emocional dos pais. Como resultado, há a formação de doenças e a falta de traquejo emocional que pode acompanha-los nas futuras relações que desenvolverão.

Em primeira análise, é considerável visualizar que os responsáveis confundem sua velha rotina de cônjuge com seu papel parental, criando,  em muitas vezes, um ambiente abusivo para os filhos por representarem uma lembrança de sua antiga vida. Em detrimento de tal ocorrência, seu psicológico juvenil fica abalado gerando transtornos mentais como ansiedade e depressão. Em alguns casos, há a fuga por meio do uso de drogas e entorpecentes e nos piores dos casos, o suicídio. Em outras ocorrências, o meio conflituoso cria dificuldades de relacionamentos.

A partir dessa observação é possível ver um ciclo vicioso entre a alienação parental e a vida emocional adulta do filho. Os adultos divorciados tentam inserir seus aspectos e opiniões na sua prole, sem levar em consideração os sentimentos dos envolvidos. Em consequência disso, a ânsia por afeto e os problemas de confiança são transmitidos entre as gerações, formando relações abusivas, culminando em divórcios e provavelmente alienando suas heranças genéticas.

Alienação é uma temática a ser debatida e levada em consideração visto que a formação das crianças não pode ser influenciadas por opiniões alheias. É de vital importância a participação de pais e filhos em seminários e palestras que os auxiliam a cumprir seu papel como protetores e professores de moral para sua crianças.