Os perigos da alienação parental
Enviada em 27/09/2020
A separação de um casal de forma passiva e amistosa, não trás malefícios a nenhum cônjuge e nem aos filhos. No entanto, separações nada amistosas e agressivas trazem problemas psicológicos e sociais, para o casal e principalmente para os filhos ,sendo um desses problemas a Alienação Parental, que trás a criança ou ao adolescente um série de problemas psicológicos como a depressão, transtornos mentais e uso de entorpecentes na vida adultas.
No entanto, disputas parentais que trazem sinais de um certo tipo de alienação, são retratadas na sociedade de forma comum, muita das vezes sendo interpretada como um certo tipo de “frescura” das crianças, ao dizerem que sofrem, ou que não se sentem confortáveis em seus ambientes familiares. O distanciamento ou a representação de uma falsa imagem de um determinado parentesco para a criança, é um dos primeiros sinais de alienação e um dos mais comuns durante a infância, por ser uma figura facilmente influenciada por seu responsável durante essa idade, fazendo com que a criança transfira esse afeto que ela sentia pelo pai ou pela mãe, para outra pessoa que seja mais próxima a ela, assim como ocorre no filme “A história de um casamento” ,em que um casal se separa de uma forma nada amistosa e em um determinado momento do filme “Charlie Barber”,personagem interpretado por “Adam driver” , luta pela guarda de seu filho “Henry” ,por achar que ele está sendo manipulado pela mãe para morar com ela.
Sendo assim, devido a Alienação Parental, é muito que crianças ou adolescentes desenvolvam transtornos mentais, como ansiedade, depressão, crise de pânico e entre outros ,por se sentir muita das vezes deslocado do local onde vive, ou infeliz por não estar morando com o parente que gostaria, ou simplesmente, por não aguentar toda essa pressão psicológica que é botada na criança após a separação, tendo até mesmo reflexo disso durante a vida adulta, ao apresentar problemas de autoestima a vícios, como uso de entorpecentes tendo início na adolescência e se agravando na fase adulta, todas sendo reflexos de algum tipo de sequela, ocasionado pelos próprios pais após a separação.
Com isso, é necessário que haja o acompanhamento de psicólogos e até de psiquiatras não só com o casal recém-divorciado, mas principalmente com as crianças deste casal, por serem a figura mais prejudicada deste relacionamento parental.